BRAZILIAN

NUNCA

NUNCA brings new light to the art of graffiti. His technique creates unique images, inspired by Brazilian history, the past and culture.

ENG

Francisco Silva, aka NUNCA, brings new light to the art of graffiti. His technique creates unique images, inspired by Brazilian history, the past, and culture. Born and raised in Brazil, this young artist finds most of his inspiration in the nation’s roots. Being such a big country rich with cultural differences, it is hard to determine one’s origin. This is the topic Nunca finds inexhaustible and derives his ideas from it. His ‘’tag’’ Nunca (“Never” in Portuguese) serves to affirm his determination to release himself from all cultural or psychological constraints. Attuned to the history of his native Brazil and critically aware of himself as a product of the mixture of peoples engendered by Portuguese colonization, Nunca, has been creating exuberant street art since he was 12. Nunca’s huge figures and expansive scenes look like woodcuts and lithographs, a reference to the mediums historically used by the Portuguese to portray indigenous Indians. References to Amazonian cannibals recur in his work, mixed with images inspired by São Paulo and popular culture. “The main concern of my work is to provoke questions about how the traditional culture is mixed, is maintained, or [is] lost in globalization.” Critically acclaimed worldwide, Nunca was invited to paint a mural on the façade of the Tate Modern in 2008.

PT

Francisco Silva, também conhecido como NUNCA, traz uma nova luz à arte do graffiti. Sua técnica cria imagens únicas, inspiradas na história, no passado e na cultura brasileira. Nascido e criado no Brasil, este jovem artista encontra grande parte de sua inspiração nas raízes do país. Por ser um país tão grande e rico em diferenças culturais, é difícil determinar sua origem. Este é o tema que o Nunca acha inesgotável e daí deriva as suas ideias. Sua ‘’ tag ’’ Nunca serve para afirmar sua determinação em se libertar de todas as restrições culturais ou psicológicas. Atento à história do seu Brasil natal e criticamente consciente de si mesmo como produto da mistura de povos engendrada pela colonização portuguesa, Nunca, desde os 12 anos, cria uma exuberante arte de rua. As enormes figuras e cenas expansivas de Nunca parecem xilogravuras e litografias, uma referência aos médiuns historicamente usados ​​pelos portugueses para retratar os índios. Referências aos canibais amazônicos são recorrentes em sua obra, mescladas a imagens inspiradas em São Paulo e na cultura popular. “A principal preocupação do meu trabalho é provocar questionamentos sobre como a cultura tradicional é mesclada, mantida ou [está] perdida na globalização.” Aclamado pela crítica mundial, Nunca foi convidado a pintar um mural na fachada da Tate Modern em 2008.

Step inside one of the greatest collections of street art paintings of the world